Se é esta a sensação que tem é porque precisou de ajuda, durante o ano e não a procurou.
Todos os anos temos de fazer um balanço do que correu bem e do que correu mal. Do que conseguimos realizar e do que ficou por fazer. Do que concluímos e do que ainda vamos ter de acabar. São muitos os balanços, quer a nível profissional, quer a nível pessoal e nem sempre os queremos fazemos com medo do que vamos descobrir.
Eu pessoalmente gosto de fazer listas, gosto de traçar objetivos, gosto de arrumar o ano que acaba e focar-me no que desejo conquistar no novo ano. Mas não gosto de fazer planos muito rígidos, porque posso estragar os planos que a vida tem para mim e podem ser até bem melhores do que os que tracei inicialmente.
Desta forma, devemos sim definir objetivos, caminhos, mas não devemos ficar tão rígidos e inflexíveis em relação aos mesmos, que percamos oportunidades que vão aparecendo pelo caminho e nos fazem desviar ligeiramente dos planos iniciais traçados.
As pessoas estão em constante mudança


Como sabemos o mercado e sobretudo as pessoas estão em constante mudança. Os gostos e preferências das pessoas há 10 anos atrás ou até menos tempos, mesmo há 2 ou 3 anos mudam a uma velocidade estonteante. E se antes as pessoas gostavam do caos e das grandes cidades, hoje cada vez mais procuram abrandar o ritmo de vida e procuram serviços e produtos, que as façam viver o presente de forma mais calma e tranquila.
Estas mudanças de comportamentos fazem surgir oportunidades únicas de desenvolver novos serviços personalizados, tais como: aulas de yoga privadas nas casas das pessoas, sessões de mindfulness semanais, tal como aquela rotina de ir ao ginásio, muita gente está a ir a este tipo de terapias, nomeadamente terapias de som com taças tibetanas, para acalmar a mente e o corpo e nós enquanto empreendedores, devemos estar atentos a estas mudanças e proporcionar às pessoas os melhores serviços e produtos que conseguimos.
Como tudo ainda é novo e as pessoas estão gradualmente a fazer estas mudanças, temos de ser os primeiros a mostrar-nos a elas, a provar-lhes que somos bons no que fazemos e que as queremos ajudar. Como é que fazemos isso?
Sendo os primeiros a aparecer-lhe nas redes sociais, no Google em todo o lado, mostrando-lhes que estamos ali, para quando elas mais precisarem.
Não forçamos nada, apenas estamos presentes lado a lado e quando a pessoa se sentir preparada ela própria irá entrar em contacto connosco.
O marketing está a mudar
O marketing agressivo, forçado, que impingia produtos e serviços nunca fez parte da minha essência, nunca achei que um cliente forçado fosse um cliente duradouro e satisfeito e nunca gostei que me vendessem algo de forma agressiva, pelo que também nunca o quis fazer a nenhum cliente.
De facto este tipo de marketing já não existe. Existiu há alguns anos para massas, em que de grandes grupos se conseguiam “forçar” uma certa percentagem a comprar os serviços/produtos.
Contudo sabemos que cada vez mais temos o poder de decidir o que consumir, quando consumir e como consumir as coisas que selecionamos e não vai ser uma empresa, que nos vai forçar a nada.
As empresas que entenderem isso estarão à frente dos seus concorrentes e serão as primeiras a ganhar a admiração por parte dos seus clientes atuais e potenciais.
As pessoas querem ter o poder de decisão nas suas mãos, querem ter o seu próprio tempo e informações necessárias para tomar uma decisão de compra. Forçar este processo, pressionando só irá afastar mais rapidamente este potencial cliente, da sua empresa.
A publicidade na tv já não funciona

Um exemplo da mudança que estamos a viver são as publicidades na televisão. Quantos anúncios televisivos vê com atenção do início ao fim?
Eu não vejo nenhum.
Vejo televisão à noite, depois de jantar, quando me sento a descansar um pouco no sofá. Mas sabe quanto tempo de televisão assisto com atenção? Se for 30 minutos é muito. A maioria das vezes estou a conversar com o meu marido sobre o nosso dia e a televisão está ali ligada apenas para fazer algum barulho de fundo (o som costuma estar no mínimo) e dar uma luz mais fraca que nos permite chegar o sono, mais facilmente.
Quero com isto dizer que a publicidade para massas, que é realizada na tv e que custa milhares de dinheiro já não funciona.
Basta pensarmos no que acabei de dizer. Eu não presto atenção e mesmo que preste não vai ser a publicidade feita para toda a gente que me vai fazer comprar aquele produto/serviço, mas sim a publicidade feita especialmente para mim, personalizada ao meu gosto e preferências e isso só é possível com campanhas online, feitas para segmentos de pessoas, com comportamentos semelhantes e com os mesmos problemas para resolver.
De que me adianta estar a ser bombardeada antes de ir descansar, na tv com carros e bebidas alcoólicas, se não quero, nem preciso de mudar de carro e nem bebo álcool?
É uma perda de tempo e uma frustração estar a assistir repetidamente os mesmos anúncios, sem ter essas necessidades por satisfazer.

As grandes empresas estão a gastar rios de dinheiro, que correm como água num rio e não se convertem em vendas rentáveis, para a quantidade de investimento realizado.
As pequenas empresas por falta de orçamento disponível, por seu lado são obrigadas a experimentar as campanhas nas redes sociais e Google ads e ficam surpreendidas com os resultados, que baixos investimentos lhe trazem, quando as campanhas são bem segmentadas e a mensagem claramente personalizada.
Como vê não precisamos de ser grandes, precisamos de ser inovadores, estar atualizados, escolher as melhores estratégias e ferramentas do mercado. Focarmo-nos nas pessoas que queremos atingir individualmente, criar um segmento, um nicho e fazer com que ele se sinta preparado para nos pedir ajuda.

Desejo-lhe umas boas festas e que o ano novo lhe traga novos sonhos, que possam ser concretizados ao longo do mesmo. Se precisar de uma força extra eu posso ajudar, basta contactar-me quando se achar preparado/a.

